Parintins contrata brigadistas para reforçar combate às queimadas


Foto: Stefany Farias - SEDEMA


A Prefeitura de Parintins contratou dez brigadistas para reforçar as ações de prevenção e combate às queimadas no município. Os profissionais foram contratados nesta quarta-feira (7) e atuarão por três meses em apoio ao 19º Grupamento de Bombeiros Militar (19º GBM).

A medida ocorre em meio ao período de estiagem, marcado por altas temperaturas e maior risco de propagação de incêndios em áreas de vegetação. Parte dos brigadistas será encaminhada nesta quinta-feira (8) para a região da Vila Amazônia, onde equipes trabalham no combate a focos de incêndio nas localidades do Quebra e do Quebrinha.

Além da atuação em campo, a Prefeitura também promove nesta quinta-feira um treinamento para 20 servidores da Secretaria Municipal de Limpeza. A capacitação será realizada pelo Corpo de Bombeiros e terá como foco noções básicas de prevenção e combate às queimadas, preparando os servidores para auxiliar nas primeiras ações em situações de emergência.

De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Wescley Tavares, a contratação amplia o efetivo disponível para atuar diretamente nas áreas atingidas.

“É um reforço importante para o combate aos incêndios florestais que estão acontecendo em toda a nossa região, especialmente na área da Gleba da Vila Amazônia, na região do Quebra e do Quebrinha”, afirmou.

A Prefeitura também solicitou apoio de brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A previsão é que os profissionais cheguem a Parintins até sexta-feira (9), acompanhados de equipamentos para reforçar a operação.

A força-tarefa reúne equipes da Prefeitura, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria Municipal do Interior e Secretaria de Produção Rural. A mobilização busca reduzir os impactos dos incêndios, protegendo áreas de produção, propriedades, moradores e a fauna e a flora da região.

Com o avanço das queimadas durante o período de estiagem, a orientação é para que a população evite o uso do fogo, principalmente em áreas de vegetação e propriedades rurais, devido ao risco de perda de controle e propagação das chamas.

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